Muitas empresas trocam de agência, de ferramenta e de estratégia de conteúdo sem perceber que o problema não estava em nenhuma delas. Estava antes: no posicionamento, ou seja, na definição clara de quem a marca é, para quem existe e por que alguém deveria escolhê-la.
Estes são os sinais mais comuns de que o problema é de posicionamento, e não de execução.
Na comunicação
- Você tem dificuldade de explicar o que faz em uma frase. E cada sócio explica de um jeito.
- O seu conteúdo poderia ser de qualquer concorrente. Se trocar o logo, ninguém percebe a diferença.
- Você não sabe o que postar. Falta de pauta quase sempre é falta de território definido.
- Site, redes e discurso de vendas dizem coisas diferentes. Cada canal conta uma história.
Nas vendas
- Os clientes só pedem desconto. Quando a diferença não é percebida, o preço vira o único critério.
- Você atrai muitos curiosos e poucos clientes certos. A mensagem está aberta demais.
- O ciclo de venda depende de você explicar pessoalmente. A marca não faz esse trabalho sozinha.
- Investiu em tráfego pago e não teve retorno. Tráfego multiplica o que existe; se a mensagem não está clara, multiplica a confusão.
Na gestão
- Já trocou de fornecedor mais de uma vez e o resultado não mudou. A variável comum é a falta de direção.
- Cada briefing começa do zero. Não existe um documento de marca que oriente o trabalho.
- A identidade visual muda a cada campanha. Sem posicionamento, a estética vira gosto pessoal.
- A empresa mudou, mas a marca continua contando a história antiga. Crescimento, novo público ou novo produto pedem reposicionamento.
O que fazer se você se reconheceu
Antes de investir mais em execução, defina o que comunicar. É para isso que existe um diagnóstico de posicionamento: entender o negócio, ler o mercado e o público, definir quem a marca é e transformar isso em um plano de ação.
Na Arantho, esse trabalho é o Diagnóstico M.A.P.A.: Mapeamento, Análise, Posicionamento e Ação. Você sai com clareza e com um plano que é seu.